Última horaDra. Mayara Alcântara lança o Sistema Corpo para ampliar o raciocínio clínico
GERAL

Aline Rinaldi se torna referência contra multas que ultrapassam R$ 419 milhões

RSA Assessoria Logística ajuda transportadoras e embarcadores a enfrentar fiscalização digital, novas regras do CIOT, frete mínimo e Vale-Pedágio Obrigatório

Aline Rinaldi lidera a RSA Assessoria Logística, uma das principais referências em regularização, segurança operacional e prevenção de riscos no transporte de cargas.

RSA Assessoria Logística ajuda transportadoras e embarcadores a enfrentar fiscalização digital, novas regras do CIOT, frete mínimo e Vale-Pedágio Obrigatório

A digitalização da fiscalização está mudando a maneira como empresas e profissionais atuam no transporte rodoviário de cargas. Processos que antes dependiam de abordagens presenciais agora são monitorados por sistemas capazes de cruzar informações fiscais, documentos eletrônicos e valores de frete em larga escala.

Nos quatro meses anteriores a março de 2026, as multas aplicadas no setor ultrapassaram R$ 419 milhões, atingindo aproximadamente 15 mil infratores. Somente em janeiro, foram registradas cerca de 40 mil autuações, enquanto aproximadamente 20% das operações analisadas ainda estavam em desacordo com o piso mínimo do frete.

Diante desse cenário, a RSA Assessoria Logística vem se consolidando como uma das principais referências em regularização, segurança operacional e prevenção de riscos no transporte de cargas.

Liderada por Aline Rinaldi, a empresa acompanha transportadoras, embarcadores e motoristas em processos relacionados ao Código Identificador da Operação de Transporte, o CIOT, ao Vale-Pedágio Obrigatório, ao piso mínimo do frete, à documentação fiscal e às apólices de seguro.

A atuação da RSA parte do entendimento de que muitas penalidades podem ser evitadas antes mesmo do início da viagem, por meio da conferência correta dos documentos, da análise das condições do frete e da identificação antecipada de inconsistências.

“Quando uma empresa percebe o erro somente depois da autuação, o prejuízo já aconteceu. O nosso trabalho é analisar a operação antes, orientar o cliente e impedir que uma falha administrativa se transforme em multa ou paralisação”, afirma Aline.

Desde maio de 2026, o CIOT passou a ser obrigatório para praticamente todas as operações de transporte remunerado de cargas. O registro reúne dados como contratante, transportador, veículos, origem, destino e valor do frete, aumentando a rastreabilidade de cada viagem.

A ausência do CIOT pode gerar multa de R$ 10,5 mil por operação. Já a falta de antecipação do Vale-Pedágio Obrigatório pode resultar em penalidade de R$ 3 mil por veículo e por viagem. Em uma frota de 20 caminhões, uma única sequência de operações irregulares poderia representar dezenas ou até centenas de milhares de reais em autuações.

Para Aline, o avanço da fiscalização exige uma mudança de mentalidade no setor. Não basta emitir documentos: é necessário compreender o que está sendo declarado e verificar se todas as informações refletem a operação real.

Com uma atuação pioneira e especializada, a RSA busca tornar-se a primeira escolha das empresas que precisam profissionalizar sua gestão logística, reduzir riscos e operar em conformidade com as novas exigências.

“A conformidade não deve ser vista como burocracia. Ela protege o caixa, a carga, o motorista e a continuidade da empresa”, conclui Aline.

Autor

Negócios e Networking

Leia também